Qual é, realmente, o foco das pessoas que buscam participar de um encontro, ou um passeio? É o acréscimo. Em todos os sentidos. Conhecer novas cidades, construções e vivências urbanas; Novas pessoas, novas histórias, culturas e sotaques. Aprender um novo jeito de fazer o usual; ensinar o seu jeito fazê-lo. Fugir do tédio, da rotina do mundo capitalista; expressar-se. Mastigar novas idéias, engolir conhecimento, digerir os preconceitos e excretar sua própria arte. Antropofagia. Canibalismo. Em seu sentido metafórico, claro. O de alimentar-se das essências humanas.
Assim como Oswald de Andrade em seu manifesto antropofágico se opunha a submissão do Brasil à cultura estrangeira, propondo que a usássemos a favor da nossa própria, a grande motivação do nosso encontro é de se opor aos “importadores de consciência enlatada” e instigar a construção das próprias idéias e, por que não, da própria arquitetura, a partir da junção de outras áreas como o direito (no qual aprendi mais), de outros conceitos e de outras artes. Pois é pessoal, nosso encontro possui a essência da troca, de engolir e ser deglutido. Saciar à todos nessa grande catarse. E assim gerar novas consciências.
Foi um prazer conhecer mais quem eu já “conhecia” e conhecer quem talvez jamais conheceria. Vinicius Lima (presidente), Fabrizzio Cruvinel (Pizza Devassa), Thallytta Seifert (parceira de PT), Franklin Aires da Silva (PTcamuflado), Camila Azambuja (a menina SUECA), Mariana Leal, Karlla Daltro, Sara Medeiros, Rafael Boone Lara (Curintiano boliviano), Larissa De Paula Rebelatto, Emilene Soyane, Diego Proença, Alane Nayel Nayel, Cris Anjos, Kennedyx Dias (“o Papai”), Aline Sansão, Natalia Kluge, Edson Noia Jr., Mário Roversi (Mário Bros), Amanda Pinheiro (Yoshi), Emanuel Daniallen, Camila Fernandes, Ana Carolina Favretto, Muito obrigado.
Muito obrigado C.A.S.A. & toda a galera deste passeio, TGA (Jr, Emanuel, Thallytta e Camila), já estão no coração!!! Alguns, vou continuar vendo e convivendo no dia a dia da vida universitária até julho do ano que vem em parcerias, de amizade, amizade acadêmica e irmandade de objetivos de movimento estudantil e profissional, porém outros, pode ser que eu os veja pessoalmente somente daqui uns 15 dias, ou um ano, ou 5, 10, 15 anos... talvez nunca mais. Mas pelo menos estamos aqui nas redes sociais, só que são somente imagens estáticas, conversas “frias” sem ver ou tocar pessoalmente o amigo(a). Ou seja, estar, conversar, abraçar, o aperto de mão (o simples toque), a piada num momento oportuno, as risadas, que não são possíveis ter numa conversa de msn ou face, fazem parte.
Mas independente de isto acontecer, ou não, cada um vai ficar na lembrança, no meu coração (sem melosidade, filosofia, falsidade ou utopia...). Deus sabe disso. Espero que reuniremos ou viajaremos novamente, ano que vem... não sei... pq não antes de 2012? E se o mundo acabar?
Nenhum comentário:
Postar um comentário