Vida Arquitetônica_
Carlos Alberto Oseko_
domingo, 23 de outubro de 2011
Qual é, realmente, o foco das pessoas?
Assim como Oswald de Andrade em seu manifesto antropofágico se opunha a submissão do Brasil à cultura estrangeira, propondo que a usássemos a favor da nossa própria, a grande motivação do nosso encontro é de se opor aos “importadores de consciência enlatada” e instigar a construção das próprias idéias e, por que não, da própria arquitetura, a partir da junção de outras áreas como o direito (no qual aprendi mais), de outros conceitos e de outras artes. Pois é pessoal, nosso encontro possui a essência da troca, de engolir e ser deglutido. Saciar à todos nessa grande catarse. E assim gerar novas consciências.
Foi um prazer conhecer mais quem eu já “conhecia” e conhecer quem talvez jamais conheceria. Vinicius Lima (presidente), Fabrizzio Cruvinel (Pizza Devassa), Thallytta Seifert (parceira de PT), Franklin Aires da Silva (PTcamuflado), Camila Azambuja (a menina SUECA), Mariana Leal, Karlla Daltro, Sara Medeiros, Rafael Boone Lara (Curintiano boliviano), Larissa De Paula Rebelatto, Emilene Soyane, Diego Proença, Alane Nayel Nayel, Cris Anjos, Kennedyx Dias (“o Papai”), Aline Sansão, Natalia Kluge, Edson Noia Jr., Mário Roversi (Mário Bros), Amanda Pinheiro (Yoshi), Emanuel Daniallen, Camila Fernandes, Ana Carolina Favretto, Muito obrigado.
Muito obrigado C.A.S.A. & toda a galera deste passeio, TGA (Jr, Emanuel, Thallytta e Camila), já estão no coração!!! Alguns, vou continuar vendo e convivendo no dia a dia da vida universitária até julho do ano que vem em parcerias, de amizade, amizade acadêmica e irmandade de objetivos de movimento estudantil e profissional, porém outros, pode ser que eu os veja pessoalmente somente daqui uns 15 dias, ou um ano, ou 5, 10, 15 anos... talvez nunca mais. Mas pelo menos estamos aqui nas redes sociais, só que são somente imagens estáticas, conversas “frias” sem ver ou tocar pessoalmente o amigo(a). Ou seja, estar, conversar, abraçar, o aperto de mão (o simples toque), a piada num momento oportuno, as risadas, que não são possíveis ter numa conversa de msn ou face, fazem parte.
Mas independente de isto acontecer, ou não, cada um vai ficar na lembrança, no meu coração (sem melosidade, filosofia, falsidade ou utopia...). Deus sabe disso. Espero que reuniremos ou viajaremos novamente, ano que vem... não sei... pq não antes de 2012? E se o mundo acabar?
quarta-feira, 20 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Carta CAU MT_
Calhao, que já há algum tempo deixaram de publicizar reflexões sobre os desafios urbanísticos de Cuiabá, eu diria que o arquiteto José Antonio Lemos dos Santos é o nosso mais ativo polemista nesta área. Toda semana, chova ou faça sol, lá estão os artigos de José Antonio Lemos no Diário de Cuiabá, e em outros espaços da midia, reverberando sobre a realidade cotidiana desta nossa Cuiabá. Conversar com José Antonio Lemos é sempre uma experiencia de cuiabanidade. José Antonio Lemos respira Cuiabá por todos os poros.Outros Profissionais como Ademar Poppi,Vera Bagetti, Ana Rita Maciel, Ana Regina Feuerharmel e Júlio Delamônica são também Grandes nomes que devem estar principalmente nesta primeira gestão do CAU MT.
Como o arquiteto Antonio Rocha Júnior diz: “... um novo dia de um novo tempo que começou" para os arquitetos, a arquitetura nacional e, por extensão, para toda a sociedade brasileira.Nós já temos patrimônio consolidado pelos arquitetos e urbanistas, criado com os recursos dos próprios arquitetos e urbanistas, isso já existe.
Assim apenas permitindo que os recursos gerados pelo exercício da arquitetura e urbanismo, sejam utilizados no desenvolvimento e fiscalização da correta prática profissional, o CAU é uma
ferramenta de desenvolvimento ,qualidade do nosso futuro, das nossas cidades, das nossas vidas , da arquitetura mato-grossense , com a eficácia do conselho há a possibilidade do nível de qualidade que conseguimos ao planejar Brasília, possa ser colocado a todo e qualquer cidadão mato-grossense e de toda e qualquer cidade brasileira, principalmente Cuiabá.
Vitória como previsto!!!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Vésperas de CAU_
Um novo tempo vai começar para os arquitetos, a arquitetura nacional e para todo o Brasil.
Desde 58, mais de 50 anos, mais de 50 anos que ALGUNS lobistas profissionais amigos de alguns dos Conselhos do Brasil que com certeza já ocuparam cargos públicos, conhecem os trâmites burocráticos das “casas democráticas”, 50 anos não são 50 dias, meio século de luta dos arquitetos por seu conselho próprio. O dia 30 de dezembro de 2010 é uma data histórica para todos os arquitetos e a arquitetura brasileira. Mas ainda temos o grande problema da classe ser desunida, acredito que foi um dos fatores de ser tão demorada essa conquista, porém não é algo impossível de mudar.
Poucos sabem que a entidade nasceu uni profissional, 1933 eram mais ou menos 100 profissionais ao todo 3 escolas e eram formados engenheiros arquitetos, população era a maioria rural, hoje são 100000 arquitetos, mais de 200 escolas formam 7000 profissionais por ano, e hoje somos mais de 80% população urbana, não bastam essas mudanças, tudo evolui e na maioria das vezes é para o ruim, e assim veio a falta de proteção das comunidades, o mau exercício da profissão aumentou.
Mais de 308 seguimentos profissionais fazem parte do CREA, que é mais um motivo para se tornar impossível se atuar em uma efetiva fiscalização e a necessária atenção que merece a arquitetura e urbanismo que o nosso país precisa, com tudo isso se torna permitido o caos que se instala nas cidades, a falta de atenção a nossa reputação mundial que a profissão significa, conseqüentemente a falta da ferramenta arquitetura e urbanismo que gera desenvolvimento econômico, a desqualificação dos nossos espaços públicos e urbanos pela falta de fiscalização e a tolerância aos “profissionais” do atual sistema indesejado sujo de lobistas de meio século.
Nós já temos patrimônio consolidado pelos arquitetos e urbanistas, criado com os recursos dos próprios arquitetos e urbanistas, isso já existe.
Assim apenas permitindo que os recursos gerados pelo exercício da arquitetura e urbanismo que é gerado, sejam utilizados no desenvolvimento e fiscalização da correta prática profissional, o CAU é uma ferramenta de desenvolvimento ,qualidade do nosso futuro, das nossas cidades, das nossas vidas , da arquitetura mato-grossense , com a eficácia do conselho há a possibilidade do nível de qualidade que conseguimos ao planejar Brasília, possa ser colocado a todo e qualquer cidadão mato-grossense e de toda e qualquer cidade brasileira, principalmente Cuiabá.
Vamos torcer para alguns "Lobistas" serem "comprados" !!!
terça-feira, 24 de junho de 2008
Sustentabilidade_
http://www.youtube.com/watch?v=MzY4SGgEB7g&feature=player_embedded
Ação Social_ Paternalismo e assistencialismo???
Em sociologia, ação social se refere a qualquer ação que leva em conta ações ou reações de outros indivíduos e é modificada se baseando nesses eventos.
O termo "ação social" foi introduzido por Max Weber. É um termo mais abrangente que o fenômeno social de Florian Znaniecki, posto que o indivíduo performando ações sociais não é passivo, mas (potencialmente) ativo e reativo.
Weber diferenciou alguns tipos de ações sociais:
- ações racionais (também conhecidas como racionais por valores): ações tomadas com base nos valores do indivíduo, mas sem pensar nas consequências e muitas vezes sem considerar se os meios escolhidos são apropriados para atingi-lo.
- ações instrumentais (também conhecidas como ação por fins): ações planejadas e tomadas após avaliado o fim em relação a outros fins, e após a consideração de vários meios (e consequências) para atingi-los. Um exemplo seria a maioria das transações econômicas
- ações afetivas (também conhecidas como ações emocionais): ações tomadas devido às emoções do indivíduo, para expressar sentimentos pessoais. Como exemplos, comemor após a vitória, chorar em um funeral seriam ações emocionais.
- ações tradicionais: ações baseadas na tradição enraizada. Um exemplo seria relaxar nos domingos e colocar roupas mais leves. Algumas ações tradicionais podem se tornar um artefato cultural.
Na hierarquia sociológica, a ação social é mais avançada que o comportamento, ação e comportamento social, e é em sequência seguida por contatos sociais mais avançados, interação social e relação social.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
ECO HiGH TECH_ by Oseko

Alguns vestígios do modernismo são existentes, como as Platibandas, que por muitas vezes são somente desejos de refletir ostentação e/ou o profissional não tem capacidade de traçar novas linhas persuasivas ou preguiça de um arquiteto(a) de criar uma cobertura inovadora (pois só está pensando na R.T).
Adoto o estilo "ECO HIGH TECH" assim digo que será o começo do novo estilo arquitetônico que será a nova forma de traçar linhas e esboços com sustentabilidade e alta tecnologia aliadas.
Sustentabilidade já não é complemento, o mesmo digo do idioma inglês no currículum e acessibilidade em projetos arquitetônicos e urbanisticos. A era verde não é tendência e modinha passageira, é o que vivemos e o que vamos viver daqui por diante, já está no sangue de qualquer cidadão, e principalmente dos profissionais, sáo basta educarmos desde a raíz e assim crescermos acostumados com a reutilização, reciclagem, reaproveitamento e economia. É difícil o cidadão se adaptar e tentar chegar a ser um ser humano 100% "verde", porém temos que ser concientes, e mudarmos rigorosamente urgentemente.
Alta tecnologia (HIGH TECH) como sempre, vai se evoluir, e obrigatoriamente vai se aliar a Sustentabilidade, assim irá surgir não só para os cidadãos, mas para a arquitetura e também para a maioria dos seguimentos profissionais, a ERA ECO HIGH TECH.
Não só a era, mas um novo estilo de arquitetura PÓS, PÓS-MODERNISTA, o estilo ECO HIGH TECH , onde a sustentabilidade e tecnologia robótica e social vão se aliar para um gigantesco e excelente desenvolvimento mundial, tanto para o capitalismo, quanto para o ser humano e natureza principalmente.





